Quarta, 03 de Junho de 2020 02:03
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Cotidiano Saúde

Hospital Regional de Dourados retoma obras de construção

Desde o ano passado, as obras estavam paralisadas em virtude do pedido de um aditivo solicitado pela empresa construtora,

18/05/2020 09h10 Atualizada há 1 semana
Por: Redação Fonte: Secretaria de Saúde de MS / Ricardo Minella
Foto: Ricardo Minella
Foto: Ricardo Minella

Em Dourados, a construção do Hospital Regional foi retomada e está com 37 homens no canteiro de obras e previsão de chegar a 100 nos próximos dois meses. Atualmente, a edificação encontra-se executada em 9,62%, estando na fase de patamarização dos anexos e execução de vigas e lajes do primeiro pavimento do Bloco A.

As obras estavam paralisadas em virtude do pedido de um aditivo pela empresa construtora ainda em 2019, em razão das revisões que foram feitas com o objetivo de compatibilizar os projetos arquitetônicos, estruturais, complementares e a planilha orçamentária. Devido à paralisação, o prazo de entrega que antes era para junho de 2021, foi adiado para novembro de 2021.

A continuação dependia da aprovação do Ministério da Saúde, o que acabou acontecendo em março. O valor do contrato inicial com a construtora era de R$ 25.684.604,17. Com os aditivos aprovados pelo Ministério da Saúde e pelo governo do Estado, o valor total do contrato ficou em R$ 27.41.992,47.

“Com total apoio e determinação do governador Reinaldo Azambuja, atuamos junto ao Ministério da Saúde pela aprovação da reprogramação. Agora, com o reinício, esperamos que os trabalhos entrem num ritmo normal e a população de Dourados e toda a região possa ter a garantia de entrega da obra no final do ano que vem”, salienta o secretário estadual de Saúde Geraldo Resende.

A unidade está sendo construída às margens da Rodovia BR-163, na saída para Ponta Porã, e atenderá pacientes da Alta Complexidade oriundos dos 33 municípios das regiões da Grande Dourados, Conesul e Fronteira.

 O Hospital

O projeto do Hospital Regional de Dourados prevê que unidade terá leitos distribuídos em diversas especialidades médicas, com enfermaria masculina e feminina, isolamentos, UTI adulto, UTI Neonatal e pediátrica, leitos de observação adulto, centro cirúrgico e obstétrico, farmácia, unidade de nutrição, anexo de serviços, pronto atendimento e observação de isolamento, recuperação e pós-anestésica, totalizando 210 leitos e 10.706 metros quadrados de área.

A construção demandará um investimento de mais de R$ 37,7 milhões quando concluídas as três etapas da edificação, com recursos federais e estaduais. Na primeira e segunda etapas o investimento previsto é de R$ 27,4 milhões, dos quais R$ 14,7 milhões foram viabilizados por Geraldo Resende e R$ 4,4 milhões articulados pelo ex-deputado federal Marçal Filho.

Na primeira fase, a capacidade será de 51 leitos de enfermaria (dos quais, 21 não censáveis), 10 leitos de UTI Adulto, 10 de UTI Pediátrica e seis na sala cirúrgica. Na segunda, estão previstos 29 leitos de enfermaria.

A terceira etapa do investimento demandará de mais de R$ 10,3 milhões, parte dos quais oriundos de emendas do então senador Waldemir Moka (R$ 7,6 milhões) e do deputado federal Dagoberto Nogueira (R$ 3,3 milhões), além de contrapartida do governo do Estado ainda a ser definida. Para esta fase, a previsão é de 90 leitos de enfermaria e 20 de UTI Adulto.

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